O ensinamento fundamental do Profeta Muhammad e o pilar central do Islam, é a crença em Deus, o Altíssimo, em Sua unicidade e o culto somente a Ele, louvado seja.
O pensamento monoteísta é sintetizado pela frase: “la illaha illa Allah”, isto é, “não existe divindade afora Deus”. Este reconhecimento (kalima) quer dizer que somente Deus, o Altíssimo, é digno de ser adorado e louvado, sendo a única divindade que existe. Eis o princípio fundamental do Islam: toda doutrina gira em torno deste pensamento .
O Islam proíbe a adoração de qualquer elemento da criação, sejam pessoas(como santos ou profetas), objetos inertes(como pedras, montanhas, terra, fogo, água, etc.), ou seres imaginários(como deuses ou espíritos).
Quanto aos santos e profetas, não são dignos de adoração, pois foram homens e agora estão mortos, não têm poder algum de criação e não podem beneficiar nem prejudicar ninguém, apenas podem servir de exemplo para outros homens, devido a sua boa conduta e devoção sã a Deus, o Altíssimo.
Quanto à adoração de elementos da natureza(como fogo, montanhas, terra, pedras, astros, árvores, etc.), é sem sentido, já que estas coisas foram criadas e não são capazes nem mesmo de subsistirem sozinhas, sendo inteiramente dependentes de Deus, o Altíssimo, para existirem. Atribuir poderes a elementos da natureza é absurdo, porque o homem os domina, sendo superior a eles. Não navega o homem nos mares e semeia a terra? Não viaja o homem no espaço? Isso porque Deus, o Altíssimo, submeteu ao homem todos os elementos da natureza. Sendo-lhes o homem superior, como poderia rebaixar-se a ponto de adorá-los? Uma investigação superficial é suficiente para demonstrar o equívoco daqueles que atribuem poderes e adoram elementos da natureza.
Quanto a adoração de seres imaginários(como deuses, espíritos e outros), simplesmente não existem, como se poderia adorá-los?
O Islam também proíbe a adoração de estátuas e até mesmo sua fabricação, assim como atribuir poderes a qualquer objeto material(como talismãs, por exemplo), pois nada é capaz de representar a grandeza de Deus, o Altíssimo, que está muito além da forma, sendo necessário para adorá-Lo um certo grau de abstração que é anulado quando existe um objeto de culto. Atribuir poderes transcendentais a objetos materiais é um grande insulto ao Criador do Universo, louvado seja.O Islam proíbe as superstições, pois já estabelece a forma adequada de culto: a partir do momento em que o próprio Deus, o Altíssimo, ensinou o homem a adorá-Lo, qualquer invenção por parte do homem é um insulto a Deus, o Altíssimo. “Não existe divindade afora Deus” exclui qualquer possibilidade de politeísmo, idolatria e superstição. Tais atos são os mais abomináveis perante Deus, o Altíssimo, e foram expressamente proibidos por Ele, o Altíssimo, pois são frutos da ignorância pura e afastam o homem da fé sã e da conduta reta. Eis o primeiro e mais básico princípio do Islam: não atribuir parceiros a Deus, o Altíssimo.
Só Deus, o Altíssimo, é superior a todas as coisas, só Deus, o Altíssimo, é Criador e tem poderes, só Deus, o Altíssimo, subsiste sozinho e é imortal. Por isso o muçulmano só adora a Deus, o Altíssimo, e só a Ele, louvado seja, se submete.
O Islam proíbe a adoração de qualquer elemento da criação, sejam pessoas(como santos ou profetas), objetos inertes(como pedras, montanhas, terra, fogo, água, etc.), ou seres imaginários(como deuses ou espíritos).
Quanto aos santos e profetas, não são dignos de adoração, pois foram homens e agora estão mortos, não têm poder algum de criação e não podem beneficiar nem prejudicar ninguém, apenas podem servir de exemplo para outros homens, devido a sua boa conduta e devoção sã a Deus, o Altíssimo.
Quanto à adoração de elementos da natureza(como fogo, montanhas, terra, pedras, astros, árvores, etc.), é sem sentido, já que estas coisas foram criadas e não são capazes nem mesmo de subsistirem sozinhas, sendo inteiramente dependentes de Deus, o Altíssimo, para existirem. Atribuir poderes a elementos da natureza é absurdo, porque o homem os domina, sendo superior a eles. Não navega o homem nos mares e semeia a terra? Não viaja o homem no espaço? Isso porque Deus, o Altíssimo, submeteu ao homem todos os elementos da natureza. Sendo-lhes o homem superior, como poderia rebaixar-se a ponto de adorá-los? Uma investigação superficial é suficiente para demonstrar o equívoco daqueles que atribuem poderes e adoram elementos da natureza.
Quanto a adoração de seres imaginários(como deuses, espíritos e outros), simplesmente não existem, como se poderia adorá-los?
O Islam também proíbe a adoração de estátuas e até mesmo sua fabricação, assim como atribuir poderes a qualquer objeto material(como talismãs, por exemplo), pois nada é capaz de representar a grandeza de Deus, o Altíssimo, que está muito além da forma, sendo necessário para adorá-Lo um certo grau de abstração que é anulado quando existe um objeto de culto. Atribuir poderes transcendentais a objetos materiais é um grande insulto ao Criador do Universo, louvado seja.O Islam proíbe as superstições, pois já estabelece a forma adequada de culto: a partir do momento em que o próprio Deus, o Altíssimo, ensinou o homem a adorá-Lo, qualquer invenção por parte do homem é um insulto a Deus, o Altíssimo. “Não existe divindade afora Deus” exclui qualquer possibilidade de politeísmo, idolatria e superstição. Tais atos são os mais abomináveis perante Deus, o Altíssimo, e foram expressamente proibidos por Ele, o Altíssimo, pois são frutos da ignorância pura e afastam o homem da fé sã e da conduta reta. Eis o primeiro e mais básico princípio do Islam: não atribuir parceiros a Deus, o Altíssimo.
Só Deus, o Altíssimo, é superior a todas as coisas, só Deus, o Altíssimo, é Criador e tem poderes, só Deus, o Altíssimo, subsiste sozinho e é imortal. Por isso o muçulmano só adora a Deus, o Altíssimo, e só a Ele, louvado seja, se submete.
“Tudo o que existe sobre a terra perecerá, Só subsistirá o rosto do teu Senhor, o Majestoso, o Honorabillíssimo.”Alcorão, surata 55:26 e 27
“Deus ! Não há mais divindade além d'Ele, Vivente, Auto Subsistente, a Quem jamais alcança a inatividade ou o sono; dele é tudo quanto existe nos céus e na terra. Quem poderá interceder junto a Ele sem o Seu consentimento? Ele conhece tanto o passado como o futuro, e eles (os humanos), nada conhecem de Sua ciência senão o que Ele permite. O Seu trono abrange os céus e a terra, cuja preservação não o abate, porque Ele é o Supremo, o Altíssimo.” Alcorão, surata 2:255 (versículo do trono)“Tudo quanto existe nos céus e na terra glorifica a Deus, porque Ele é o Poderoso, Prudentíssimo./ Seu é o reino dos céus e da terra, dá a vida e a morte, e é Onipotente./ Ele é o Primeiro e o Último; o Visível e o Invisível, e é Onisciente./ Ele foi Quem criou os céus e a terra, em seis dias, e então assumiu o Trono. Ele bem conhece o que penetra na terra e o que sai dela; o que desce do céu e tudo que a ele ascende, e está convosco aonde quer que estejais, e bem vê tudo quanto fazeis./ Seu é o reino dos céus e da terra e a Deus retornarão todos os assuntos./ Ele insere a noite no dia e o dia na noite, e é Sabedor das intimidades dos corações.” Alcorão, surata 57:1-6
Por causa da crença em Deus, o Altíssimo, e do culto somente a Ele, louvado seja, Muhammad foi perseguido pelos árabes de seu tempo, que apesar de reconhecerem sua ascendência em Abraão, o monoteísta(p.e.e.), eram politeístas, idólatras e não admitiam abrir mão do que pensavam, do que tinham aprendido com seus pais e avôs. Mas como a Verdade se sobrepõe ao erro, o Islam saiu vitorioso, e de seus inimigos, os que não sucumbiram, acabaram por se converter.
“Volta teu rosto para a religião monoteísta. É a obra de Deus, sob cuja qualidade inata criou a humanidade. A criação feita por Deus é imutável. Esta é a verdadeira religião; porém a maioria dos humanos o ignora.” Alcorão, surata 30:30
Por causa da crença em Deus, o Altíssimo, e do culto somente a Ele, louvado seja, Muhammad foi perseguido pelos árabes de seu tempo, que apesar de reconhecerem sua ascendência em Abraão, o monoteísta(p.e.e.), eram politeístas, idólatras e não admitiam abrir mão do que pensavam, do que tinham aprendido com seus pais e avôs. Mas como a Verdade se sobrepõe ao erro, o Islam saiu vitorioso, e de seus inimigos, os que não sucumbiram, acabaram por se converter.
“Volta teu rosto para a religião monoteísta. É a obra de Deus, sob cuja qualidade inata criou a humanidade. A criação feita por Deus é imutável. Esta é a verdadeira religião; porém a maioria dos humanos o ignora.” Alcorão, surata 30:30
Efeitos do monoteísmo na vida humana
Fé, para o muçulmano, não é algo vago e relativo. A palavra árabe “iman”, que se traduz por fé, quer dizer convicção plena, certeza absoluta, que não deixa espaço para dúvidas.
Quem crê em Deus, o Altíssimo, na Sua Unicidade, tem no coração a certeza integral desta crença, é algo firme e inquestionável, que vai se refletir em todos os aspectos de sua vida.
O homem que compreende a Unicidade Divina vê o mundo e a humanidade como uma unidade, onde toda a criatura provém do mesmo e único Criador, louvado seja, e estão submetidas a mesma e única Lei.
Esta convicção produz no homem um maior grau de respeito próprio pois ele sabe que acima dele só está Deus, louvado seja, único que tem poderes para beneficiá-lo ou prejudicá-lo, ele passa a se submeter exclusivamente a Deus, o Altíssimo, não havendo espaço para subserviência a outro homem ou qualquer outra criatura.
Esta convicção torna o homem despretensioso e simples, infundindo-lhe o sentimento de modéstia e humildade, pois ele tem consciência que tudo vem de Deus, o Altíssimo, e a Ele, louvado seja, pertence e retornará. O crente não se desilude nem abate diante das adversidades, assim como não se ensoberbece na abundância e não é opulento no poder. Sabe que tudo o que lhe acontece foi previsto por Deus, louvado seja, faz parte de Seu plano, portanto é inevitável. Ele tem confiança em Deus, o Altíssimo, no momento da adversidade e pede humildemente ao Seu Senhor, louvado seja, que o ampare, e na abundância, humildemente agradece ao Seu Senhor, o Altíssimo, e dispõe de todos os seus bens a serviço de Sua causa, pois reconhece que tudo pertence a Ele, louvado seja.
Esta convicção torna o homem virtuoso e reto, ele sabe que não existe outro meio de sucesso além do comportamento honesto, ele procura agradar a Deus, o Altíssimo, em todos os assuntos, fazendo de todos os seus atos, atos de
adoração, sabe que Deus, o Altíssimo, o observa e tem consciência de que apenas a boa conduta, a submissão a Ele, o Altíssimo, e o cumprimento de Suas prescrições, é o caminho para o sucesso nesta vida e na Outra.
Quando age corretamente, segundo as prescrições de Seu Senhor, louvado seja, o crente se sente firme e forte, nada pode abatê-lo, entrega a Ele, louvado seja, toda sua vida e se orienta n'Ele, o Altíssimo, sobre todos os assuntos.
O crente desfruta da verdadeira liberdade, pois a disciplina e obediência a Deus, o Altíssimo, purifica seu coração e sua mente, deixa de ser escravo das paixões e dos desejos materiais, o que lhe trás paz e alegria. Ele se liberta de todas as dependências terrenas ao reconhecer que sua existência só depende de Deus, o Altíssimo.
Aquele que tem a convicção da unicidade de Deus, o Altíssimo, adotará um modo de vida e padrão de comportamento único, que os politeístas, idólatras e supersticiosos jamais poderão atingir, pois só o crente tem o coração pleno de paz e confiança que só a crença na unicidade de Deus, o Altíssimo, pode proporcionar.
Fé, para o muçulmano, não é algo vago e relativo. A palavra árabe “iman”, que se traduz por fé, quer dizer convicção plena, certeza absoluta, que não deixa espaço para dúvidas.
Quem crê em Deus, o Altíssimo, na Sua Unicidade, tem no coração a certeza integral desta crença, é algo firme e inquestionável, que vai se refletir em todos os aspectos de sua vida.
O homem que compreende a Unicidade Divina vê o mundo e a humanidade como uma unidade, onde toda a criatura provém do mesmo e único Criador, louvado seja, e estão submetidas a mesma e única Lei.
Esta convicção produz no homem um maior grau de respeito próprio pois ele sabe que acima dele só está Deus, louvado seja, único que tem poderes para beneficiá-lo ou prejudicá-lo, ele passa a se submeter exclusivamente a Deus, o Altíssimo, não havendo espaço para subserviência a outro homem ou qualquer outra criatura.
Esta convicção torna o homem despretensioso e simples, infundindo-lhe o sentimento de modéstia e humildade, pois ele tem consciência que tudo vem de Deus, o Altíssimo, e a Ele, louvado seja, pertence e retornará. O crente não se desilude nem abate diante das adversidades, assim como não se ensoberbece na abundância e não é opulento no poder. Sabe que tudo o que lhe acontece foi previsto por Deus, louvado seja, faz parte de Seu plano, portanto é inevitável. Ele tem confiança em Deus, o Altíssimo, no momento da adversidade e pede humildemente ao Seu Senhor, louvado seja, que o ampare, e na abundância, humildemente agradece ao Seu Senhor, o Altíssimo, e dispõe de todos os seus bens a serviço de Sua causa, pois reconhece que tudo pertence a Ele, louvado seja.
Esta convicção torna o homem virtuoso e reto, ele sabe que não existe outro meio de sucesso além do comportamento honesto, ele procura agradar a Deus, o Altíssimo, em todos os assuntos, fazendo de todos os seus atos, atos de
adoração, sabe que Deus, o Altíssimo, o observa e tem consciência de que apenas a boa conduta, a submissão a Ele, o Altíssimo, e o cumprimento de Suas prescrições, é o caminho para o sucesso nesta vida e na Outra.
Quando age corretamente, segundo as prescrições de Seu Senhor, louvado seja, o crente se sente firme e forte, nada pode abatê-lo, entrega a Ele, louvado seja, toda sua vida e se orienta n'Ele, o Altíssimo, sobre todos os assuntos.
O crente desfruta da verdadeira liberdade, pois a disciplina e obediência a Deus, o Altíssimo, purifica seu coração e sua mente, deixa de ser escravo das paixões e dos desejos materiais, o que lhe trás paz e alegria. Ele se liberta de todas as dependências terrenas ao reconhecer que sua existência só depende de Deus, o Altíssimo.
Aquele que tem a convicção da unicidade de Deus, o Altíssimo, adotará um modo de vida e padrão de comportamento único, que os politeístas, idólatras e supersticiosos jamais poderão atingir, pois só o crente tem o coração pleno de paz e confiança que só a crença na unicidade de Deus, o Altíssimo, pode proporcionar.
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